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Oportunidade perdida

Oportunidade perdida pelo São Paulo, diante do Grêmio alternativo no Morumbi. Primeiro de tudo, era jogo para vencer. Ainda mais, porque, titulares contra titulares, o Grêmio é mais time. No entanto, para vencer é preciso ter ataque e o São Paulo não teve ninguém na área do adversário e só restou chutar de fora da área. Pouco para quem sonha alto.

O maior defeito do São Paulo é não ter atacante agudo ou finalizador. O único que tentou foi Antony ( Foto – Divulgação ). Jovem, bom jogador, mas imaturo coma bola os pés. Fecha muito pelo meio e prende a bola. Adora tentar um drible a mais e por ser canhoto, leva vantagem diante do marcador. Quando souber passar a bola ou ver o jogo, vai crescer de produção. Acabou expulso e vai ser mais um problema para o ataque.

Além disso, o São Paulo errou muitos passes quando estava perto da área adversária. Não havia referência e a boa marcação do Grêmio atrapalhou. Restou chutar de fora. As mudanças de Cuca não surtiram efeito. Helinho e Vitor Bueno são a mesma coisa. Igor Gomes merecia mais tempo e jogar perto do gol. Como resultado, um time sem atacantes e outro quase sem atacar, o empate sem gols, acabou sendo justo.

Galo na semifinal

Galo na semifinal da Copa Sul Americana após despachar o La Equidad. Acima de tudo, o time mineiro segue sendo favorito para chegar na final. O próximo adversário, o Colon da Argentina, é outro adversário em má fase. Assim, mesmo sem arrancar suspiros, o Galo vai fazendo o caminho mais fácil para terminar a temporada com um título importante. Cazares ( Foto – Divulgação ) é a arma na bola parada.

Contra o La Equidad, Cazares resolveu com dois escanteios. Ele só não conseguiu fazer Ricardo Oliveira sair da abstinência. Com o jogo decidido, o Atlético fez um belo gol, o terceiro. Bola de pé em pé, jogada trabalhada e Elias fechou o placar, 3 a 1. Acima de tudo, com adversário fraco, esse gol pode inspirar melhores dias para a equipe brasileira. Da mesma forma, ser campeão na competição, deve afirmar o trabalho de Rodrigo Santana.

Acima de tudo, o discurso do Atlético preocupa. Não é virtude exaltar ‘sofrimento’ em vitórias fáceis como contra o La Equidad, Botafogo e La Calera. Pelo contrário, o ideal é não sofrer com adversários desse porte. O Colon que disputa as últimas posições no início do Campeonato Argentino é um rival ideal para mostrar força. Deixa essa estória de sofrimento para usar na final, se for necessário.

Virada imortal

Virada imortal, é assim que o Grêmio deve lembrar da vitória diante do Palmeiras, 2 a 1, no Pacaembu e a classificação para a semifinal da Libertadores. Primeiro de tudo, foi um ótimo jogo e o time gaúcho, justificou o apelido de imortal. Além disso, começou nervoso, errou passes e tomou o primeiro gol. O nome da virada Everton ( Foto – Divulgação ), fez um gol, deu outro gol para Alisson e tomou conta da partida.

Acima de tudo, o Grêmio não se intimidou diante dos problemas. Manteve sua forma de jogar com troca de passes e posse de bola. Certamente, ter um jogador que desequilibra fez muita diferença. Everton empatou o jogo após falta batida por Jean Pyerre. Venceu na corrida e na insistência a zaga do Palmeiras e entregou de bandeja o gol para Alisson. Não parou de infernizar o adversário até o fim. Provou ser jogador diferenciado.

O Palmeiras falhou feio na defesa e caiu na armadilha. Não tem força emocional em campo. Desta vez não apelou, mas ficou entregue diante do adversário. Mais digno de nota, Renato Portaluppi usou as armas do rival. Travou o jogo após garantir a virada. Usou o talento da equipe na posse de bola para minar a reação do Palmeiras. Sofreu porque sofrer é o elixir dos vitoriosos. O Grêmio deixou o Pacaembu com a certeza de ser vencedor.

Lições para Cuca

Lições para Cuca ( Foto – Divulgação ) foi o saldo da derrota do São Paulo para o Vasco, 2 a zero, em São Januário. Primeiro de tudo, a causa do resultado negativo não foi o grito homofóbico da arquibancada. Muito menos a braveza de Leandro Castan dentro de campo. Acima de tudo, a causa foi a acomodação e falta de reação do time paulista.

Mérito do técnico Vanderlei Luxemburgo. Ele armou seu Vasco para marcar pressão no campo de ataque. Anulou a lenta saída de bola do São Paulo. Além disso, deixou claro para seu elenco que nome não ganha jogo e que no grito, ninguém ganharia do Vasco. Em contraste, o São Paulo se acomodou diante dos últimos resultados e deixou de forçar o jogo. Caiu na arapuca do rival.

Certamente, a expulsão de Raniel, ajudou no desastre. Além disso, os buracos na defesa ficaram claros. Os gols do Vasco saíram de cruzamentos, nos buracos deixados pela zaga. A falta de reação foi notada quando Antony deixou o campo de jogo. Não existia saída planejada para o ataque. O meio não criava, os laterais recuaram e o jogo caiu na mão do Vasco. Aliás, merecedor do resultado. Que Cuca aprenda a lição.

Sufoco inesperado

Sufoco inesperado para o Real Madrid, no empate 1 a 1, diante do Valladolid. Ainda mais, dentro do Santiago Bernabeu. Primeiro de tudo, era jogo para vencer sem grandes dificuldades. Zinedine Zidane vai ter trabalho para ajeitar a equipe. Um erro do alemão Toni Kross ( Foto – Divulgação ) tirou a vitória do time merengue, num jogo mais difícil do que esperado.

Parece que. o pecado maior do Real Madrid é a lentidão na saída para o ataque. Acima de tudo, o adversário não saiu para o jogo. Sem infiltração e velocidade, o time madrilenho insistiu nas bolas pelas laterais. Teve domínio da partida e criou poucas chances claras de gol. Benzema acertou o gol e deu esperança de vitória. O erro fatal de Kross apagou a chama.

Certamente, uma equipe protagonista na Espanha não pode pecar tanto. Devido a, Modric estava suspenso. Faltou um articulador. Assim, sem velocidade para surpreender a marcação, o time foi previsível. Vinicius Junior, quando entrou, provou que merece ser reserva. Zidane deve sonhar com a volta de Hazard para dar ofensividade para a equipe. Um pouco de alma não faria mal ao Real Madrid.

Ficou difícil para o Grêmio

Ficou difícil para o Grêmio chegar na semifinal da Libertadores. Primeiro de tudo, a derrota em Porto Alegre, 1 a zero para o Palmeiras, não eliminou o time gaúcho. No entanto, será preciso uma mudança de postura para reverter o quadro. Renato Portaluppi ( Foto – Lucas Uebel ) não pode deixar seu time trocar passes, sem agredir o adversário. O contra-ataque é a arma do rival e o Grêmio só terá chance, se tirar o Palmeiras da defesa.

Acima de tudo, esse é o defeito do Grêmio. Sabe trocar passes e muitas vezes exagera na posse de bola e retarda o ritmo da partida. Não pressiona e força o erro do adversário. Da mesma forma, o jogo encaixa para o Palmeiras. Joga fechado, chegou a fazer linha de seis na defesa em Porto Alegre e usa a velocidade do contra-ataque para bombardear o rival. Outra arma é a bola parada. Foi assim que Scarpa fez o golaço da vitória em Porto Alegre.
Parece que, as virtudes do Grêmio favorecem as virtudes do Palmeiras. Da mesma forma, o defeito do Palmeiras pode ajudar ao Grêmio. Felipe Melo foi expulso em Porto Alegre. O emocional tira o foco do Palmeiras no jogo. Ainda mais, em jogo decisivo. Não há outra opção para o Grêmio justificar o apelido imortal. Tem que pressionar. Manter o plano de jogo, com controle exagerado da bola, vai cometer suicídio no Pacaembu.

Faixa de capitão é o destaque

Faixa de capitão é o maior destaque do Wolfsburg. Depois de uma década de seu único título, o time, que pode ser entendido como esforçado, arrumou um jeito diferente de chamar a atenção. O capitão da equipe, o francês Guilavaqui ( Foto – Divulgação ) usa uma faixa de capitão com as cores do arco-íris, pelo fim da homofobia.

Primeiro de tudo, fazer esse tipo de ação no futebol é uma atitude corajosa. Mais digno de nota, a ideia é utilizar a faixa durante toda a temporada. Outros jogadores que exercerem o cargo de capitão, também assumem o adereço. Dessa forma, a equipe passa a defender diversidade. Não deixa de ser saudável ver o futebol entrar no assunto. Acima de tudo, ajuda a criar consciência sobre o assunto e ameniza o preconceito.

Certamente, o Wolfsburg não vai querer ficar só nessa ação. Assim, para brigar por algo dentro de campo, terá que jogar mais do que mostrou na vitória contra o Colonia, 2 a 1. O destaque da equipe é o alemão Arnold. A equipe corre muito, disputa a bola com vontade, mas não dá sinais positivos para fazer frente aos papões do futebol alemão. Tomara, inspirado pela ação inédita da faixa, consiga surpreender e fazer por merecer destaque também dentro de campo.

Efeito Zidane

Efeito Zidane começou a ser sentido no Real Madrid. O consagrado treinador Zinedine Zidane ( Foto – Divulgação ) voltou ao clube merengue depois de uma temporada afastado e, apesar da pré-temporada desanimadora, conseguiu fazer o time estrear bem na Liga e com vitória, fora de casa, 3 a 1 no fraco Celta de Vigo. Mais digno de nota, com os mesmos titulares criticados na temporada passada.

Acima de tudo, jogadores que estiveram em baixa no clube, deram sinais positivos. O maior exemplo, Gareth Bale. Após os sinais do treinador de pouco interesse em sua permanência no clube, ele reagiu. Fez um bom primeiro tempo em Vigo e parece querer reagir. O mesmo, vale para o criticado Tony Kross. O alemão fez um belo gol e teve poucos erros em campo. Como não existe perfeição Modric foi expulso.

Parece que, com Zidane no comando, é possível acreditar em reação de velhos conhecidos no elenco. Certamente, é cedo para prever o futuro do time. Além disso, os reforços irão ocupar espaço e a disputa por posição deve dar uma renovada no espírito de muita gente. Porém, fica claro que existe respeito com o histórico de conquistas do treinador no clube. Sinal de que acomodação deve deixar de ser notada dentro de campo.

Boa estreia

Boa estreia de Daniel Alves ( Foto – Divulgação ) com a camisa do São Paulo. Acima de tudo, começar vencendo e com o gol da vitória é um fator bem positivo. Logico que ainda falta ritmo de jogo e adaptação a função de meio de campo. Da mesma forma, foi positiva a estreia de Juan Fran na lateral do Tricolor. Vencer por 1 a zero o Ceará, pode parecer pouco, mas o adversário vendeu caro a derrota.

Além disso, o São Paulo precisa de ajustes para os novos contratados. O meio com Liziero, Tche Tche e Daniel Alves promete. Falta pegada na marcação, uma questão de ajuste. Houve dificuldade no contra-ataque, o tempo deve acertar o entrosamento. O fato, Daniel Alves fez a diferença, o gol da vitória e deu o primeiro passo para tornar-se ídolo para jogadores e torcida. Juan Fran foi muito bem, mas cansou no segundo tempo e sumiu.

Certamente, o São Paulo não esperava um adversário tão bem armado em campo. O Ceará deu muito trabalho ao goleiro Tiago Volpi. Houve até lance polêmico. O goleiro disputou bola com o atacante adversário e caberia interpretação de pênalti. Seria um balde de água gelada. O VAR não confirmou o pênalti e salvou o time paulista. A vitória dá a sensação de acerto nas contratações. Apesar do susto, uma boa estreia de Juan Fran e Daniel Alves.

Começo arrasador

Começo arrasador do brasileiro Sylvinho ( Foto – Divulgação ) no futebol europeu. O Lyon fez dois jogos, duas vitorias incontestáveis. A última, em casa, 6 a zero diante do Angers. Nenhum gol sofrido nos dois jogos. Além disso, a equipe jogou bem estruturada e quase não deixa espaço para os adversários. Assim, já começam a especular um rival de peso para encarar o milionário PSG na Ligue 1.

Em pouco tempo o treinador implantou duas linhas de quatro jogadores, ataque e defesa. Com habilidade e troca de passes, quase não deixa a bola nos pés do adversário. Enfiadas de bola no ataque, penetração em diagonal e sem medo de arriscar ao gol. Como resultado, o time encanta nas primeiras rodadas da França. Com mais de uma década sem vencer campeonatos, o Lyon ressurge com os brasileiros.

Primeiro de tudo, Juninho Pernambucano, ídolo e heptacampeão pelo clube, hoje diretor de futebol, é o símbolo dos brasileiros no Lyon. Além disso, o clube conta com Sylvinho ( treinador ), Thiago Mendes e Jean Lucas no meio, e mais três jogadores: Rafael, Marcelo e Marçal. Certamente, vale a pena observar esse time com resultados incríveis no início de temporada. Aliás, resultados surpreendentes.

Virada e vitória no clássico

Virada e vitória no clássico empolgam o torcedor do São Paulo. Além disso, os últimos dias foram quase um sonho com a chegada de reforços como Daniel Alves e Juanfran. Mais digno de nota, o São Paulo voltou a vencer um clássico. Não vencia desde o ano passado. Pato ( Foto – Divulgação ) fez dois gols num jogo pela primeira vez na temporada e foi decisivo.

Verdade que o zagueiro colombiano Aguilar deu uma mãozinha. Fez um pênalti infantil no segundo gol do Tricolor e perdeu para Pato no lance do último gol. Da mesma forma, o São Paulo cometeu erros defensivos. No primeiro gol do jogo, Arboleda foi na bola e deixou Sasha sozinho. No segundo gol do rival, Raniel fez o serviço com um gol contra que não é capaz de fazer no ataque. Como resultado, venceu quem errou menos no clássico.

Certamente, o efeito da vitória vai vitaminar o São Paulo. A equipe venceu porque mostrou disposição e reação diante dos próprios erros e até das vaias do seu torcedor no intervalo. Assim, não caiu no marasmo dos últimos tempos. Teve vontade e soube explorar os erros do rival. O momento permite mudar de patamar. Chegam reforços, sai o peso de não vencer clássicos e Pato acordou. Acima de tudo, o clima de otimismo do torcedor deve fortalecer a equipe. Ótimo sinal.

Estreia promissora

Estreia promissora de Sylvinho ( Foto – Divulgação ) no comando técnico do Olimpique de Lyon. Vitória, 3 a zero, diante do Monaco na casa do adversário. Como resultado, o novato treinador brasileiro, já colocou seu nome do mapa do futebol francês. Além disso, foi o primeiro jogo dele como treinador principal. Nem Juninho Pernambucano, ídolo em Lyon e atual diretor do clube, esperava tamanho feito.

Quem assistiu ao jogo, viu o Lyon vencer sem sustos. Verdade que Fabregas, estrela do Monaco, foi expulso e ajudou o domínio do time visitante. Porém, a vitória já estava desenhada com o gol de Dembele após escanteio. Assim, as virtudes do time de Sylvinho foram destacadas. A equipe joga simples, com a bola 433 e sem ela, 442. Jogou no contra-ataque e com o tempo, mandou no jogo e não tomou sustos.

Mais digno de nota, o Lyon deu sinais de melhora em relação à temporada passada. Porque, passou a ter triangulações com a bola, jogadas ensaiadas como as saídas pelos lados do campo e não deu trabalho ao goleiro português Antonio Lopes, destaque da equipe. Certamente, faltam ajustes como erros de passe na saída de jogo. Acima de tudo, foi um cartão de visitas interessante. Pode não dar em títulos, mas a estreia foi promissora para o novato treinador brasileiro.

Recuperação do Grêmio é impressionante

Recuperação do Grêmio é impressionante. Primeiro de tudo, na Libertadores, o time esteve três jogos sem vencer e veio a virada. Como resultado, cinco vitorias consecutivas, vitória inquestionável contra o Libertad nas oitavas de final e classificação para pegar o Palmeiras nas quartas. Da mesma forma, ocorreu no Brasileiro onde a equipe deixou a zona de rebaixamento e está sem perder há cinco jogos. Finalmente, semifinalista da Copa do Brasil e favorito para a decisão.

Mérito total para o técnico Renato Portaluppi ( Foto – Divulgação ). Porque, ele ajustou a equipe sem fazer uma revolução. Manteve a estrutura do time. Insistiu em jogadores que eram criticados como André, o melhor exemplo. Renovou o sangue da equipe com Jean Pyerre e Matheus Henrique no meio de campo e rapidamente trocou peças que não se encaixavam como Marinho e Montoya. Finalmente, continuou garimpando apostas medianas que viram soluções interessantes.

Acima de tudo, manteve a característica principal de troca de passes e o estilo de jogo. Mais digno de nota, recuperou a confiança do elenco sem traumas. O Grêmio voltou a crescer no momento certo em todas as competições. Pode parecer exagero, mas na Copa do Brasil a chance de final é evidente. Na Libertadores, a briga com o Palmeiras será equilibrada. Não descartem a força do Tricolor gaúcho. Time que faz esse tipo de recuperação, não pode ser desprezado.

Classificação esperada do Galo

Classificação esperada do Atlético MG na Copa Sul Americana. Porque, o Galo tem mais time do que o Botafogo e vencer no primeiro jogo, fora de casa, era uma vantagem enorme. Assim, a vitória por 2 a zero no Independência era previsível. O caminho será fácil nas quartas de final. Rodrigo Santana ( Foto – Divulgação ) terá o colombiano La Equidad pela frente. Adversário sem tradição, sempre ajuda.

O Atlético MG não vive um bom momento. Os veteranos que compõem o elenco não estão rendendo. Ricardo Oliveira não faz gol faz tanto tempo que perdeu confiança. O treinador sabe que vai precisar achar uma solução para fazer o time andar. Porém, o chaveamento ajuda a equipe na Copa Sul Americana. Além disso, jogo duro mesmo só numa eventual final. O Galo não pode perder a chance.

Certamente, as voltas de Victor e Cazares, deverão encorpar mais o time. Luan ou Geovânio abrem mais o jogo do que Chará. Sem criar jogadas para o ataque, fica difícil fazer gols. Chegou a hora de testar soluções e acordar os veteranos do time. Acima de tudo, os jogos no Brasileiro podem ajudar a resgatar confiança. Tem clássico contra o Cruzeiro em baixa, tem Fluminense e Athlético PR, para ajeitar as coisas. A Copa Sul Americana deve ser a prioridade.

Reinaldo e a sorte de Cuca

Reinaldo ( Foto – Divulgação ) e a sorte de Cuca fizeram o São Paulo vencer mais uma vez no Brasileiro. Primeiro de tudo, o time não jogou bem contra o Fluminense no Maracanã, mas venceu por 2 a 1. O responsável direto pelo resultado foi o lateral esquerdo, com uma bomba que Muriel engoliu e um pênalti bem batido. Além disso, o VAR deu uma ajuda, dedurando o pênalti de Allan que decidiu o jogo.

O alagoano Reinaldo dá sorte com o mês de julho. No ano passado, fez dois gols na vitória do São Paulo, diante do Corinthians, 3 a 1. Repetiu a dose em julho de 2019, dois gols e vitória. Mais digno de nota, para o supersticioso Cuca, sinal dos deuses. E o treinador precisou mesmo da sorte. O Fluminense dominou o jogo após o primeiro gol paulista. Empatou a partida e deu um belo trabalho. Vencer, foi um prêmio para o treinador.

Acima de tudo, os defeitos do São Paulo permanecem os mesmos. Lentidão e falta de criatividade no meio de campo. A bola chega pouco ao ataque e quando chega, os atacantes parecem inibidos ou sem confiança para tentar a jogada final. Parece que, a lentidão de Hernanes contagia Tche-Tche. Enquanto,Luan marca e quase não sai para o jogo. Aproveite a sorte Cuca !!! Teste outra formação no meio para fazer o time andar. Sorte não aparece todo dia.

Teste para cardíacos no Grêmio

Teste para cardíacos no Grêmio de Renato Portaluppi. Acima de tudo, a vitória diante do Libertad, 2 a zero, em Porto Alegre pela Libertadores, foi dramática. Ainda mais, após a expulsão de Geromel. Tudo apontava para o fracasso. O Grêmio sofria, veio a luz quando o treinador arriscou com Diego Tardelli ( Foto – Divulgação) e David Braz. Graças às bolas paradas de Alisson, os dois perseguidos jogadores, fizeram os gols da vitória.

Primeiro de tudo, Tardelli é mais jogador do que André até quando está contundido. Impossível entender a insistência do treinador com André. Tardelli que quase foi chutado do Grêmio, entrou numa fria e fez o gol do jogo. Com 34 anos, ele jamais será o que foi no Atlético MG, onde viveu sua melhor fase. Em contraste com André, é um gênio. Não pode sair do time. David Braz, também não merece tanta pressão, fez outro gol.

O Grêmio sofreu por conta de sua melhor virtude. Muitos passes, posse de bola e pouca efetividade. Parece que, sempre tem que dar um toque a mais na bola. Como resultado, demora na armação de jogadas e dá ao adversário, tempo para se recompor. O time gaúcho vai passar para as quartas de final e precisa corrigir esse erro para ir mais longe. O Libertad veio fechado para segurar o empate. Não tem time para fazer três gols no Grêmio, no Paraguai ou em outro ponto do planeta.

Deu Galo no duelo dos erros

Deu Galo no duelo dos erros diante do Botafogo, pela Sul Americana. Vitória magra, 1 a zero. Ainda mais, porque o time mineiro teve vantagem de um jogador com a expulsão de Carli dos cariocas. Também foi anulado um gol após bate-rebate na área, o VAR acusou carga do jogador mineiro no zagueiro botafoguense antes do gol. O Atlético MG foi melhor, errou menos e mereceu sair com vantagem, empate, para o jogo no Mineirão.

Acima de tudo, o jogo foi um duelo entre erros da defesa do Botafogo, foi assim que saiu o gol da vitória mineira e erros de finalização do Atlético MG. Ricardo Oliveira, só foi notado em campo após perder gol inacreditável. O Galo errava na frente e o Botafogo atrás. Elias ( Foto – Divulgação ), por roubar a bola que decidiu a partida, foi o melhor em campo. O cara que transformou um erro em vantagem para sua equipe.

O vencedor desse duelo pegará o La Equidad da Colômbia nas quartas de final. Um adversário desconhecido e que ainda não perdeu na competição. Certamente, vai dar trabalho para o time brasileiro. Ainda mais, porque tanto Atlético MG quanto Botafogo, não vivem bom momento. São equipes lentas e com veteranos em má fase técnica. O Galo, por ter a vantagem do empate jogando em casa, é favorito para sobreviver.

Fim do jejum de vitórias do São Paulo

Fim do jejum de vitórias do São Paulo. Depois de seis jogos, acabou a agonia. A vitória anterior foi em 12 de maio contra o Fortaleza. Primeiro de tudo, o responsável pelo resultado foi o técnico Cuca ( Foto – Divulgação ). Depois de um primeiro tempo frágil, o treinador fez mudanças e mudou o jogo. O São Paulo venceu e por goleada, 4 a zero na fraca Chapecoense. Além disso, o time não vencia no Morumbi desde a abertura do Campeonato Brasileiro.

Acima de tudo, retomar a confiança será fundamental para o time. A mágica de Cuca foi questionável. Tirou Pato que não fazia um jogo ruim e apostou em Toró. Arriscou tirando um volante, Luan, e colocou Everton. Everton deu gol para Antony. Toró fez um belo gol. Mais digno de nota, Cuca colocou Vitor Bueno no final do jogo e o meia fez o último gol da vitória. Em contraste com o primeiro tempo, o time melhorou e o mérito foi do Cuca.

Certamente, o resultado vai criar expectativa no torcedor. Da mesma forma, nem sempre Cuca vai tirar coelhos da cartola. O problema da equipe está na lentidão na saída de bola e no meio de campo. Hernanes continua sem ritmo e muitas vezes fica perdido e sem função. Everton na criação e Tchê Tchê na saída de bola devem melhorar o setor. Como mágicas nem sempre acontecem, as mudanças do segundo tempo, devem ser estudadas pelo treinador. Vencer já foi um sinal de dias melhores para o São Paulo.

Pecadores crucificaram Jesus no Flamengo

Pecadores crucificaram Jesus no Flamengo em pleno Maracanã. O empate com o Athlético PR, 1 a 1, e a derrota nos pênaltis, eliminaram o time carioca na Copa do Brasil. Primeiro de tudo, com o jogo ganho, Rafinha dormiu e deixou livre o atacante Rony. Como resultado,gol de empate. Além disso, decisão nos pênaltis e Jorge Jesus ( Foto – Divulgação ) foi crucificado pelos pecados de Diego, Vitinho e Everton Ribeiro.

Que me perdoem a brincadeira, mas Jesus pagará o pato pelos pecadores. Acima de tudo, é inexplicável a forma que Diego bateu o primeiro pênalti. Ele recuou a bola, sem força e no meio do gol para o goleiro adversário. Uma aberração contra o clube e um pecado mortal. Vitinho escorregou na hora de bater o seu pênalti e Everton Ribeiro, perdeu. Mais digno de nota, três jogadores de peso no elenco. Talvez, um sinal de que entre seus novos discípulos, existe o pecado da displicência.

Verdade que não foram só os discípulos que cometeram pecados no jogo. Jesus apostou em Lincoln no lugar de Bruno Henrique contundido. Errou feio. De Arrascaeta saiu contundido, azar. O treinador português segurou seus laterais na defesa e quase venceu o jogo. A falha de Rafinha, derrubou o esquema planejado. A forma displicente na cobrança dos pênaltis, deixa uma questão aberto. Caso Jorge Jesus não tenha treinado as cobranças, cometeu um erro fatal e mereceu ser crucificado.

Conquista importante para Tite

Conquista importante para Tite e sem contar com Neymar. Além disso, ganha a Copa América dentro de casa, dará ao treinador confiança para seguir o trabalho na seleção brasileira. Ainda mais, sendo campeão invicto. Verdade que não empolgou, não encheu os olhos, e que emoção mesmo só no duelo contra os argentinos. Mesmo assim, a seleção resgata o caneco após 12 anos e mantém a regra de vencer jogando em casa.

Certamente, ficarão algumas marcas nessa conquista. A primeira, Neymar deixou de ser fator decisivo. O jogador celebridade foi cortado por lesão, seguiu sua vida de festas e viu das tribunas que existe vida na seleção sem a sua presença. Que sirva de lição. Gabriel Jesus ( Foto divulgação ) desencantou e foi decisivo. Everton Cebolinha outro destaque. Alisson não decepcionou. Finalmente, Daniel Alves jogou muito e cumpriu com louvor o cargo de capitão da seleção.

Acima de tudo, fica a impressão que é possível competir sem Neymar. Outra, jovens começam a encontrar espaço. Início de uma reformulação necessária para a Copa 2022. Com a obrigação atingida e com menos cobranças, o caminho é aumentar o espaço para os mais jovens. Veteranos precisam de reposição. Thiago Silva e Daniel Alves não estarão na próxima Copa do Mundo. As posições que carecem de alternativas são nítidas. Na lateral esquerda, vaga aberta. Tite deve comemorar e recomeçar o trabalho.

Eles erraram e nós vencemos

Eles erraram e nós vencemos. Acima de tudo, esse é o resumo da vitória brasileira diante da Argentina na semifinal da Copa América. Foram dois erros no setor de defesa, o fraco dos argentinos, dois gols e o jogo decidido. No primeiro gol o talento de Daniel Alves ( Foto divulgação ) foi fundamental. Ele abriu a defesa com talento. No segundo, contra-ataque e Gabriel Jesus devolvendo o gol que recebeu de Firmino. Devido aos erros defensivos da Argentina, estamos na final.

A seleção brasileira venceu e, também, tomou sustos. Foram duas bolas na trave e uma bela defesa de Alisson num chute de Messi. Certamente, a Argentina fez seu melhor jogo na competição. Acima de tudo, a seleção de Tite foi cirúrgica. Jogou sabendo que os espaços iriam aparecer na fraca defesa do rival e não perdoou. Procurou fechar espaços para Messi articular no meio campo e brigou pela bola o tempo todo. Como resultado, deixou o Mineirão com a sensação de que cumpriu com méritos o dever.

Além disso, foi o grande jogo de Daniel Alves com a camisa da seleção. Ele tomou conta do jogo. Foi o responsável pela linda jogada que abriu o placar e o desafogo do time. Devido a idade, tem 36 anos, é difícil acreditar que estará em condições para a Copa do Mundo. Na função, não temos ninguém próximo do talento dele. Gabriel Jesus no ataque e Marquinhos na defesa foram muito bem. Alisson, virou incontestável como goleiro. Tite está aliviado, na Copa América passou no teste.

Sufoco acima do esperado contra o Paraguai

Sufoco acima do esperado. Assim foi o jogo contra o Paraguai nas quartas de final da Copa América, onde o Brasil passou nos pênaltis após empate sem gols em Porto Alegre. Primeiro de tudo, como joga em casa, a obrigação de controlar o jogo é da seleção brasileira. Assim, os adversários sempre jogarão na espera do erro brasileiro e no contra-ataque. Parece que, esse é o problema da seleção. Dificuldade de criação e finalização contra rivais que sabem jogar fechado.

Além disso, quando o adversário sabe controlar pressão, a coisa complica com o nervosismo em campo e o relógio desfavorável. Como resultado, dificuldade de finalização e ansiedade. Mesmo com o Paraguai jogando com um jogador expulso quase todo o segundo tempo, sofremos além do esperado. Ficou evidente a falta de movimentação ofensiva entre Firmino e Gabriel Jesus e a pouca ousadia no meio de campo. Ninguém arrisca muito, nem na criação e muito menos na finalização. O time sente o peso do jogo.

Vencemos o frágil Paraguai nos pênaltis porque Alisson ( Foto – divulgação ) fez uma bela defesa e eles perderam chances. Certamente, a partida deixou lições. Precisamos melhorar o meio de campo com Willian abrindo espaço, ficou melhor. Além disso, os meias não podem temer o erro e precisam dar trabalho ao goleiro, arriscando chutes de fora da área. Firmino não pode ser opaco e parado. Tem que trocar de posição com Gabriel Jesus. Parece que, a única alternativa de jogo é Everton Cebolinha. O time está muito limitado.

O Perú foi depenado em Itaquera

O Perú foi depenado pela seleção brasileira em Itaquera. Goleada, 5 a zero e poderia ser mais. Primeiro de tudo, o resultado e a boa exibição chegam na hora certa para o time brasileiro. Resgatado o otimismo, com o time e com o treinador Tite ( Foto – divulgação ), num momento importante. Ainda mais, daqui para frente é tudo ou nada na Copa América. Recuperar a confiança é o sinal perfeito para encarar os próximos desafios.

É verdade que a seleção peruana é fraca. Tem Guerrero e um ou outro jogador de porte médio. No entanto, iniciou bem o jogo e começou a ficar grogue com o gol de escanteio, ensaiado, do Brasil. Como resultado, acabou a resistência. O goleiro Gallese entregou o ouro no segundo gol e o Brasil tomou conta de vez da partida. Mérito da seleção brasileira, porque soube sair da pressão e impor seu estilo. Mereceu golear e reconquistar o torcedor.

Além disso, outros pontos positivos do time. Everton tomou a vaga no ataque. Foi bem, fez gol e começa a outro estágio com a camisa da seleção. Da mesma forma, o meio campo foi mais ativo. Criou jogadas e clareou a partida. Verdade que Firmino ganhou um gol de presente, que Gabriel Jesus perdeu pênalti no fim, mas o ataque convenceu. Assim, fica uma dor de cabeça para o treinador. Onde colocar Richarlison nesse ataque. Tite achou uma formação boa. Tem méritos e precisa manter a confiança nas quartas de final.

Estreia com vitória e sem brilho

Estreia com vitória e sem brilho. Essa é a melhor definição do jogo de abertura da Copa América, entre Brasil e Bolívia. Teve vaia da torcida no primeiro tempo, muito fraco. Além disso, o Brasil abriu o placar com um pênalti interpretativo, via VAR, rígido e nada escandaloso. Porteira aberta, finalmente, vieram outros gols e um sentimento de alivio pelo placar, 3 a zero. Pouco para o que representa o adversário.

Acima de tudo, a seleção teve dois destaques. Phillipe Coutinho ( Foto ), autor de dois gols e Richarlison, que merece a condição de titular. O jogo, foi sem brilho. Faltou cor, como na camisa da seleção. Jogar de branco para homenagear uma camisa que foi engavetada pela história, foi uma ideia ruim. Parece que, o mau gosto para a abertura da competição foi ensaiado. A cerimonia horrível, a entrada em campo das seleções, um velório e, finalmente, o primeiro tempo da seleção, sofrível.

Certamente, a vitória será lembrada e a exibição esquecida. O que importa foi estrear com o pé direito e com vitória. Tudo como era esperado, sem novidades e acima de tudo, sem criatividade. Vencer a Bolívia é obrigação. Evoluir para o segundo jogo, também. Tomara volte a cor para a camisa da seleção e para o jogo da equipe dentro de campo. Como resultado, deveremos ter algo convincente diante da Venezuela em Salvador.

Treino é treino

Treino é treino e não pode ser comparado a jogo. Primeiro de tudo, a seleção brasileira goleou Honduras, 7 a zero, com o adversário tendo um jogador expulso ainda no primeiro tempo. Assim, o que era fácil virou brincadeira. Ver as vibrações de Tite ( Foto ) no banco de reservas a cada gol brasileiro, me deixa preocupado. É muita euforia sem cabimento. Parece que a seleção estava goleando a França ou a Alemanha.

O que mais chamou a atenção no amistoso de Porto Alegre foram os gols perdidos. Philippe Coutinho mandou duas bolas na trave. Neres perdeu gol feito. Como resultado, só sete gols. Deveria ser vinte. Ainda mais, com um adversário tão fraco e em desigualdade numérica em campo. Alisson fez duas defesas no jogo. A defesa brasileira sequer saiu com o uniforme sujo. Além disso, foi um treino de ataque contra defesa. O placar não ilustrou o que foi o jogo, caberiam mais gols.

Após o treino, frases de encantamento foram acionadas. “Não importa o nível do adversário, vale para a seleção ganhar confiança”. Exagero. Certamente, um empate com Honduras não levaria a seleção para a depressão. Treino deve ser analisado como treino. Movimentou o elenco, fez gols para a estatística de Tite e mais nada. Evolução e confiança serão notados em jogo. Que a seleção não se perca por um treino. Ainda terá três jogos na fase de grupos da Copa América para arrumar o time.

Algo precisa ser feito

Algo precisa ser feito no São Paulo. Primeiro de tudo, os resultados no trabalho do técnico Cuca ( Foto ) estão muito abaixo do esperado. Além disso, a equipe não tem plano de jogo, é inofensiva e a cada rodada dá sinais de acomodação. O empate sem gols diante do mais frágil adversário do Brasileiro, o Avaí, foi frustrante. Não só pelo resultado, mas pelo desempenho e pelas reações da comissão técnica após o jogo.

Cuca insiste em Vitor Bueno, contratado. Igor Gomes, prata da casa, pelo menos faz o meio campo criar alguma coisa. Insistir no jogador contratado indica que o treinador aposta além do limite no indicado. Para piorar o quadro, não existe organização na equipe quando a posse de bola é do São Paulo. Não há aproximação, não tem jogada treinada, é quase um seja o que Deus quiser e que tudo se resolva na base do talento e da sorte. Como resultado, o desempenho ofensivo é horrível.

Verdade que o time sabe compor defensivamente e que os gols sofridos não indicam crise no setor. Acima de tudo, graças a boas partidas do goleiro Tiago Volpi. O entra e sai de jogadores no setor apontam uma dúvida sobre a eficiência da defesa. Cuca é bom treinador, mas está demorando para entender o time. As falhas na formação do elenco, apostas erradas e confusas, são da direção. Contratar, para justificar, é mais desespero do que solução. Certamente, o São Paulo precisa de mudanças no futebol, ou vai correr riscos na competição.

Situação desesperadora no São Paulo

Situação desesperadora a cada jogo do São Paulo. O time não encaixa. Além disso, as falhas defensivas ficam cada vez mais perigosas. No empate contra o Cruzeiro, 1 a 1, no Pacaembu, foi um lance bom e um buraco na defesa de arrancar os cabelos. Assim, ficará difícil recuperar a confiança do time, ainda mais comprometida pelas eliminações recentes e pela falta de sinais positivos para o futuro.

Pato fez um belo gol em jogada de Reinaldo e foi só. Por essa razão, Tiago Volpi ( Foto – ) começou a aparecer e salvou o time de mais uma derrota. Dessa forma, fica complicado qualquer tipo de reação. Parece que a equipe tem uma queda de condição física no segundo tempo. O Cruzeiro começou a entrar na defesa do São Paulo com muita facilidade, entrava tocando e os lentos zagueiros só observavam. Certamente o Cruzeiro poderia ter feito mais gols do que o belo gol de falta do Thiago Neves.

Primeiro de tudo, falta plano de jogo ao São Paulo de Cuca. Quando joga no contra-ataque sai alguma coisa. Quando precisa trabalhar a bola e criar, é uma tragédia. Outro ponto importante. Sem reforços em todos os setores vai ficar muito difícil acertar o time. Fisicamente a equipe cai. Hernanes não aguenta mais do que meio tempo. O mesmo acontece com outros jogadores que somem do jogo. Os sinais são desesperadores para o São Paulo.

Pênalti polêmico, título e um grande goleiro

Pênalti polêmico e um grande goleiro, foram as marcas do merecido título do Liverpool na Liga dos Campeões. Primeiro de tudo, foi justo. O Liverpool tem mais time. Além disso, contou uma a segurança do goleiro Alisson, gaúcho de 26 anos, que foi o destaque da partida. O único jogador que mostrou serviço na decisão. Não foram defesas milagrosas, foram defesas seguras e eficientes. Justificou ser o goleiro da seleção brasileira.

O lance capital aconteceu no início do jogo. Mané cruza e a bola bate quase na axila de Sissoku. Não foi pênalti. O jogador está com o braço aberto, mas não obteve vantagem intencional no lance. O árbitro marcou, o VAR não questionou e o jogo foi decidido nesse lance polêmico. Acima de tudo, o pênalti quebrou qualquer tipo de confiança no Tottenham. Quando veio a reação, Alisson esfriou o adversário e garantiu o caneco.

Liverpool campeão foi justo. Porque tem mais time, foi vice na temporada passada, também tem um treinador muito inteligente, Jurgen Klopp, e finalmente, foi mais eficiente que o adversário na final. Foi o sexto título do clube inglês. Numa temporada onde brigou rodada a rodada pelo título inglês que não ganha a quase 30 anos. Veio a compensação, uma conquista digna para uma torcida apaixonada que canta você nunca andará sozinho, o hino do clube. Frase adotada no escudo da equipe desde o centenário em 1992.

Eliminação esperada na Copa do Brasil

Eliminação esperada do São Paulo na Copa do Brasil. O Bahia mereceu, venceu os dois jogos. Além disso, tem um plano de jogo, um treinador seguro no banco de reservas e sabe das suas limitações. Ou seja, quase tudo que falta ao São Paulo. Parece que, nem o treinador Cuca, acreditava no seu time. Preservou jogadores num momento de decisão. Sem justificativa, a equipe não está em três competições simultâneas.

Primeiro de tudo, Cuca que passou por problemas de saúde, ainda não encontrou a formação básica da sua equipe. O ataque inexiste. No meio de campo, falta criação e visão de jogo. Igor Gomes, jovem, que deu certa luz no setor, nitidamente não agrada ao treinador. O adversário iria explorar o contra-ataque. Da mesma forma que fez nos últimos encontros. Fez e encontrou espaço para matar o jogo. Outro ponto, o time não chuta ao gol adversário. O garoto Helinho arriscou a acertou a trave no primeiro tempo. Devem ter estranhado o feito. Arboleda ( Foto – saopaulofc.net ), o zagueiro que deve deixar o clube, foi a imagem da tragédia. Falhou no lance do gol do Bahia. Quase repetiu o erro diante de Fernandão e foi expulso de campo. Como resultado, vai tarde, deu o que tinha que dar.

Cuca, com todo o respeito, está pior do que o bigode antiquado do irmão Cuquinha. Certamente, vai precisar de muito tempo parta se readaptar na função. Teve tempo de sobra para acompanhar os jogadores antes de assumir o cargo. Para elaborar um plano de jogo. Além disso, recebeu reforços e a equipe está pior do que a do Campeonato Paulista. O São Paulo precisa de mais reforços e de muita paciência.

Título inquestionável, invicto e com goleada

Título inquestionável, invicto e com goleada diante de um rival. O Chelsea fez história na Liga da Europa em Baku, Azerbaijão. Mais digno de nota, com uma goleada por 4 a 1 para cima do Arsenal para nunca mais ser esquecida. Hazard fez dois gols no jogo, deu uma assistência e vai para o Real Madrid com a obrigação cumprida nos Blues. Ainda mais, quatro brasileiros comemoram. David Luiz, Willian, Jorginho e Emerson.

Acima de tudo, o italiano Maurizio Sarri está feliz. Questionado por uma queda de rendimento na Premier League, consolidou seu nome na Europa com o primeiro título da sua carreira. Ganhar um título europeu e goleando um rival, é para poucos. Como resultado, o treinador que está nos planos da Juventus da Itália, deu a volta por cima. O atacante Giroud, que passou a Copa da Rússia sem balançar as redes, da mesma forma, está reabilitado como artilheiro da competição.

Uma curiosidade, Giroud saiu do Arsenal para o Chelsea. Peter Cech, goleiro deixou o Chelsea para o Arsenal. Na decisão, Cech encerra a carreira e volta ao Chelsea, agora como dirigente. Trocas impensáveis e questionadas pelos torcedores. Certamente, serão assuntos comentados depois dessa decisão histórica para os Blues. Foi a segunda conquista do Chelsea na Liga Europa, foi campeão em 2013, após perder o Mundial para o Corinthians. O maior feito do clube foi vencer a Liga dos Campeões em 2012, em Munique, nos pênaltis, diante do Bayern Munique, donos da casa.

Mais uma noite de herói de Victor no Galo

Mais uma noite de herói do goleiro Victor. Ele evitou uma vergonhosa eliminação na Copa Sul Americana diante do Union La Calera, time pequeno do Chile, defendendo todos os pênaltis após a vitória magra, 1 a zero, no Independência. Victor ( Foto – divulgação ), 36 anos, ídolo do Atlético MG, repete sua importância nos pênaltis. Em 2013, pegou cobranças nas quartas de final, na semifinal e na decisão da Libertadores. Como resultado, foi o herói do título.

Victor com suas defesas apagou a chama do vexame no Galo. Enquanto o time sofria para devolver o placar do primeiro jogo, sinais de desespero estavam desenhados. O Atlético MG jogou pouco diante de um adversário de menor expressão. Parecia que o interino Rodrigo Santana não conseguia organizar a equipe em busca do resultado. Certamente, contou com a sorte. Num raro contra-ataque, Elias cruzou o Alerrandro fez o gol, finalmente, da vitória.

A atuação de Victor nos pênaltis, não pode apagar a fragilidade do time mineiro. Fraco, sem organização, pouco efetivo no ataque e quase inofensivo. O Atlético MG tem um elenco rodado, experiente e um treinador inseguro, ainda mais em decisões de vaga. Parece que, sem um comandante de peso, o time não irá longe. O Galo precisa de ajustes e não pode contar com os milagres do goleiro para disputar títulos. Acima de tudo, fica a lição para o futuro.

Sem reação e seguem os tabus

Sem reação e seguem os tabus no São Paulo. O time continua sem vencer clássicos, além disso, com um amargo gosto de nunca vencer o Corinthians em Itaquera. Mais um jogo e mais uma derrota. Acima de tudo, justa. O São Paulo de Cuca ( Foto – ) não consegue criar e atacar. Vive na esperança de que algo saia de controle no adversário para conseguir vencer. Enquanto não houver criação e atacantes, será o mesmo ritual.

No primeiro ataque o Corinthians fez o gol da vitória. Esteve mais perto de ampliar o placar do que o São Paulo reagir no jogo. Deu uma lição de vontade e confiança, duas características que faltam no rival. Em contraste, o São Paulo teve posse de bola. Acabou deixando o jogo do jeito ideal para o adversário. Parece que gosta de sofrer. Para piorar, o treinador errou nas substituições. Vitor Bueno, apagado e na função errada, demorou a sair. Hernanes entrou no lugar errado e a troca de Igor não ajudou em nada.

Além de não vencer o rival desde a inauguração do estádio, o São Paulo vai comemorar um ano sem vencer clássicos. Por essa razão, a única alegria foi passar pelo Palmeiras na semifinal do Paulista com dois empates e uma decisão por pênaltis. Certamente não é esse o caminho para tirar a equipe da situação. Não dá para insistir em meia entre os zagueiros adversários. Precisa ter um atacante. Não dá para ter a bola e não criar. Assim, só por milagre o time alcançará alguma coisa.

Azedou o acarajé do São Paulo

Azedou o acarajé. O São Paulo perdeu para o Bahia, 1 a zero, no Morumbi e complicou de vez sua situação na Copa do Brasil. Primeiro de tudo, terá que vencer em Salvador e não sofrer gols. Vai ser difícil e o técnico Cuca ( Foto – imirante.com ) deve estar bem preocupado. Parece que ele ainda não encontrou a formação ideal, que sofre para criar e tem um ataque pouco eficiente. O São Paulo vai precisar da ajuda dos orixás na Bahia.

No Morumbi, o time começou impressionando. Teve algumas chances de gol e aos poucos foi caindo no ritual de sempre. Carrega demais a bola no meio de campo, não tem criatividade e dificuldade para acionar os jogadores de velocidade no ataque. Como resultado, o time sofre e cai de rendimento. Passa a correr riscos. No contra-ataque o Bahia venceu o jogo. Provavelmente, perdeu a classificação e vai precisar de reforços.

Um atacante de área e um meia criativo são as necessidades básicas do São Paulo. Além disso, Cuca precisa acertar a cobertura na defesa e ensaiar a saída de bola para o ataque. O São Paulo dá sinais de evolução, mas está longe de ser uma aposta segura. Acima de tudo, precisa dos reforços e de paciência. Ser eliminado pelo Bahia na Copa do Brasil vai pressionar todos no clube. Da mesma forma, um milagre será capaz de criar uma expectativa muito grande. O acarajé azedou. Que os orixás segurem a barra em Salvador.

Aposta errada complicou o Galo

Aposta errada complicou a vida do Atlético MG na Copa Sul Americana. A derrota para o La Calera do Chile, 1 a zero, foi justa. Porque, o Galo desprezou a pouca rodagem internacional do adversário e colocou em campo um time quase reserva. Como resultado, não soube lidar com a situação e jogou todo encolhido, esperando o rival e buscando o contra-ataque. Nada deu certo e terá que reverter com vitória no jogo da volta.

Primeiro de tudo, o meio campo reserva da equipe é muito fraco. Não cria nada e matou qualquer possibilidade de contra-ataque. Só cruzar para os zagueiros grandões foi pouco. Por falar em zagueiros, Igor Rabello ( Foto – ogol.com.br ), nem merece ser considerado titular. Zagueiro alto, 24 anos, chegou para reforçar o setor e é muito irregular. Repete no Atlético MG o início pouco expressivo no Botafogo e no Náutico.

O Atlético MG terá que colocar força máxima em campo em Belo Horizonte. Parece que a Sul Americana não arranca suspiros no time mineiro. No entanto, é uma excelente oportunidade de levantar uma taça na temporada. Rodrigo Santana, técnico interino, pode até fazer bom trabalho, mas não tem força para determinar competições no clube. Pelo elenco rodado que possui, o Atlético MG precisa de alguém experiente e com comando para dirigir o time.

São Paulo foi quase inofensivo

São Paulo foi quase inofensivo, isso explica o empate sem gols com o Bahia no Morumbi pelo Campeonato Brasileiro. Um alerta, já que o adversário será rival por uma vaga nas quartas de final da Copa do Brasil. Isso aconteceu devido a dois problemas. O time precisa de reforços no ataque. Outro, a invenção do treinador Cuca ( Foto – 90min.com ) não está dando certo. Hernanes não pode ser o homem de frente e Pato precisa de um atacante ao jogar como armador.

Acima de tudo faltam jogadores de área e finalização. Os garotos Toró, Antony e até Helinho irão segurar a bola até perdê-la, sem uma referência. Talvez, Pato fosse a melhor solução até Pablo voltar de contusão. Hernanes nem mobilidade tem para a função e só é útil na bola parada. Como resultado, o time agride pouco o adversário e acaba dando motivos para ser atacado. O empate acabou sendo justo. O São Paulo um pouco melhor no primeiro tempo e o Bahia no segundo.

O jogo acabou apresentando uma novidade. Toró numa disputa de boal pisou no ombro do goleiro Douglas do Bahia. O árbitro deu amarelo, acertadamente, mas o VAR acionado criou um impasse e o erro da expulsão do jogador. Devido ao VAR, o erro aconteceu. Falta habilidade para executar a novidade. A expulsão não resultou no empate, apenas colaborou. Além disso, a falta de iniciativa do São Paulo no jogo já era notada, com ou sem o erro do VAR.

Vitória no encontro com Rogério Ceni

Vitoria no encontro com o ídolo Rogério Ceni. Certamente o São Paulo de Cuca sonhava com isso. Não foi fácil, o adversário bem armado foi melhor no primeiro tempo e a entrada de Hernanes ( Foto – acidadeon.com ) deu consistência para os contra-ataques. Assim, saiu o gol da vitória. Contra-ataque, Hudson achou Hernanes que fez o gol do jogo. Pode até ser injusto com o ídolo, hoje treinador do Fortaleza. Justo pelo esforço do São Paulo.

Cuca ainda tem que trabalhar muito para ajeitar a casa. Primeiro de tudo, a saída de bola do time ainda é lenta. Custou para sair a arma do contra-ataque que matou o jogo. O ataque produziu pouco. Toró não é homem de área, nem faz o pivô para a aproximação. Como resultado, o time dá pouco trabalho ao goleiro adversário. Hernanes provou que em forma, deve ser uma solução para criação, bola parada e chutes de média distância. Precisa de mais ritmo de jogo.

Acima de tudo é um bom começo para o São Paulo. Um time em formação que fez mais do que era esperado no estadual e que precisa de confiança. Parece que as coisas estão se ajeitando e os resultados positivos devem dar condições para o treinador apurar melhor o que tem nas mãos. Além disso, os atacantes principais estão contundidos. Pato e Pablo nem jogaram juntos e devem dar outra cara ofensiva ao time. Finalmente o sofrido torcedor começa a acreditar e ter esperança de dias melhores.

Empate com sabor de derrota

Empate com sabor de derrota, é assim que o torcedor do São Paulo interpreta o empate com o Flamengo, 1 a 1, no Morumbi. O adversário entrou com a formação reserva. Era uma presa a ser abatida e além de resistir, também deu muito trabalho. Cuca ( Foto – ) certamente percebeu erros na formação da equipe. O São Paulo não vai vencer tendo que pressionar o adversário e não ter um atacante na área.

A contusão de Pato tirou o pouco de poder de fogo do time. As jogadas pelas laterais até aconteciam, mas a bola não encontrava ninguém para finalizar. Como resultado, a arma foi arriscar de fora da área. O time criou, principalmente no segundo tempo, mas sofreu até sair o gol de empate. Talvez com um homem de área, a pressão surtisse efeito prático. Conclusão, o São Paulo precisa de um homem gol, urgente.

A frustração do empate é lógica, era um adversário sem sua força principal. Acima de tudo, foi um teste válido. Deixou claro que o São Paulo está longe de assumir favoritismos. Precisa de tempo e reforços. Não é hora de tirar da cartola mais um menino da base como foi feito com Walce. Nem de alucinar na explicação como o treinador fez ao afirmar “ser a melhor partida no comando dele”. Leve em consideração a fragilidade do adversário e a incapacidade de fazer gols. Assim, a análise será realista.

Cristiano Ronaldo salva a Juve no clássico

Cristiano Ronaldo salva a Juventus. Está sendo assim na Itália. Mesmo campeã, a Velha Senhora sente a importância de sua maior estrela nos momentos decisivos. Com ele em campo, nenhuma derrota e 21 gols marcados no Campeonato Italiano. Parece que é muito para uma primeira temporada. Porém, por ser um dos maiores jogadores do mundo, poderia ser melhor. Falta o time ajudar e um meia criativo para acionar mais a fera em campo.

Na Juventus, Cristiano Ronaldo ( Foto – bbc.co.uk ) joga enfiado entre os zagueiros adversários, quase um centroavante. Acima de tudo, renderia ainda mais, tendo liberdade para atuar pelos lados. Para isso acontecer, o time precisa jogar em velocidade. Provavelmente, o meio de campo precisará ser reforçado na criação. Hoje falta alguém com visão de jogo e habilidade para lançar Cristiano Ronaldo. Dybala, que vive péssima fase e contundido, não tem essa característica. Joga mais próximo da área e também não faz a leitura de jogo.

Massimiliano Allegri precisa mudar o jeito de acionar sua maior estrela. Só forçar jogadas pelas laterais, facilita a marcação. Certamente, o potencial de Cristiano Ronaldo na explosão, faria a equipe render muito mais. Talvez, com a mudança tática e reforço no setor, o time será mais ofensivo.Como resultado, Cristiano Ronaldo terá mais oportunidades para fazer a diferença. São ajustes importantes para uma equipe que sonha alto e conta com um fora de série que hoje salva e poderia render mais dentro de campo.

Chelsea ainda luta na temporada

Chelsea ainda luta na temporada com o comando do técnico Maurizio Sarri ( Foto – express.co.uk ). Garantir uma vaga na Liga dos Campeões é o objetivo mínimo e são quatro times na Inglaterra brigando por duas vagas. Outro objetivo é terminar com um título importante e a Liga da Europa é o caminho. O empate no primeiro jogo semifinal, 1 a 1, fora de casa, foi bom porque dá vantagem no jogo da volta contra o Eintracht Frankfurt.

Pelo que produziu na Alemanha, o Chelsea merecia até a vitória. Transformou um ambiente de pressão da torcida e reagiu, com louvor, ao gol do adversário. O segundo tempo foi todo do time inglês. Teve bola na trave de David Luiz, teve as chances mais claras de gol e como consequência, controlou o ambiente do jogo. Poderia ser melhor. Ainda mais se Hazard estivesse nos seus melhores dias. O belga, inexplicavelmente, começou no banco. Difícil entender a lógica do treinador, em jogo decisivo, deveriam jogar os melhores e fim de papo.

A incerteza sobre o Chelsea reside na estratégia de Sarri. O time chegou num momento de decisão e ainda não tem uma formação clara. Varia muito em nomes e postura. Parece que Sarri ainda não encontrou liga. Alguns rendem bem e não permanecem. Como resultado, existe insegurança na equipe e na torcida. O jogo da volta contra o Eintracht Frankfurt vai obrigar o time alemão a sair para o jogo. Um dos defeitos do Chelsea é não ser mortal no contra-ataque, mas tem melhor time e boas chances de vencer o duelo.

São Paulo ganha a segunda e dá sinais positivos

São Paulo ganha a segunda partida consecutiva no início do Brasileiro. Não deixa de ser promissor. A vitória, 2 a 1 em Goiás, deixa o time na liderança pelo saldo de gols diante do Atlético MG. Além disso, Cuca conseguiu fazer algumas mudanças interessantes. Pato ( Foto – destakjornal.com.br ) destaque do jogo pela boa movimentação, participação e até um gol, foi bem atuando como um ponta de lança e não enfiado entre os zagueiros. Parece que é uma solução.

Outro sinal positivo das mudanças de Cuca, foi a entrada de Toró. O garoto não colocou fogo na partida, porém fez seu primeiro gol no time principal. Como resultado, vai ganhar confiança. Em contraste, Antony esteve mais escondido. O assédio do Ajax pode influenciar o menino. Todo cuidado é pouco com essa situação. Ainda não é um ataque ideal, mas dá sinais de encaixe. Resta acertar o setor pensante da equipe, o meio de campo, ainda sem criatividade e lento.

A vitória terá efeito dando confiança e tranquilidade para o início de competição. Porém, existem defeitos para serem observados. O time cansa rápido. Outra preocupação, o meio não varia o jogo. A defesa teve momentos de desatenção. Digno de nota no jogo, foi a participação do VAR. Acertou ao validar o gol do Goiás num lance difícil para a arbitragem. No entanto, cometeu o pecado da demora excessiva. Igor Vinícios do São Paulo foi expulso nos momentos finais. O VAR foi acionado, mas valeu a opinião do árbitro, muito rígida e pouco técnica.

Messi e Barcelona já podem reservar hotel em Madrid

Messi e Barcelona estão comemorando. Porque a vitória, 3 a zero, diante do Liverpool foi quase uma implosão para o adversário. Chegar à final da Liga dos Campeões, dia primeiro de junho, em Madrid, virou realidade. Basta não sofrer uma improvável goleada na Inglaterra e a final estará garantida. Podem comprar passagens e reservar o hotel. O Liverpool é um grande time, mas a diferença em relação ao Barcelona é só Messi ( Foto – pulse.ng ), um extraterrestre.

Foi um jogo inesquecível na Espanha. O Barcelona tomou conta do primeiro tempo, superou a luta do adversário e saiu na frente. No segundo tempo foi o Liverpool quem deu show. Poderia fazer um ou dois gols, Ter Stegen não deixou e Messi resolveu acabar com o sofrimento. Fez um gol pegando um rebote da bola de Suarez que bateu na trave. Fez outro gol, uma pintura, de falta. O bom adversário implodiu. Só não virou um monte de escombros porque Dembele perdeu dois contra-ataques.

Com o resultado sobram duas alternativas para o Liverpool. Na matemática fria do jogo, é possível pelo menos sonha com a decisão nos pênaltis. Acima de tudo seria um milagre. Talvez, esperar a fúria dos deuses contra o Barcelona. Ficou inviável. Até a bola se rende a Messi, como no segundo gol do jogo. Tudo conspira a favor do Barcelona para chegar à final em Madrid. Acima de tudo, Messi é do Barcelona e ele é capaz de driblar a fúria de qualquer deus e resolver a parada.

Faltou sorte ao Guarani na estreia

Faltou sorte, é a melhor explicação para o empate sem gols do Guarani na estreia da Série B, diante do Figueirense. Primeiro de tudo, as mais claras oportunidades de gol foram do Guarani com Felipe Amorim ( Foto – avassesoria.com ), atacante de 28 anos, destaque do jogo. Também faltou força e criatividade para impor pressão no adversário. Não foi uma estreia animadora, certamente, o time poderia ter produzir mais.

É o início de uma longa jornada. O técnico Vinícius Eutrópio tem como dever de casa fazer o meio campo do Guarani render mais, acima de tudo, fisicamente. Municiar o ataque e ditar o ritmo da partida é função do setor que precisa de ajustes. Essa a primeira impressão que a equipe deixa em campo. Vai precisar de recuperação. Ainda mais numa competição longa e de pontos corridos, onde perder pontos dentro de casa pode ser fatal para as pretensões do time.

O Guarani não frequenta a elite nacional desde 2010. Já foi campeão da série B em 1981 e nos dois últimos anos , vem evoluindo para voltar a elite. Na temporada passada ficou distante por duas vitórias do acesso. O clube viveu crises financeiras e políticas . Acima de tudo, a tradição pode pesar a favor de uma sonhada recuperação. A sorte que faltou na estreia, talvez dê as caras nos próximos jogos e o time quase confiança para a sonhar alto na temporada.

Cristiano Ronaldo na Itália

Cristiano Ronaldo faz a sua primeira temporada no futebol italiano. Ainda não é o jogador espetacular dos tempos de Real Madrid, talvez demore um pouco para igualar suas atuações na Juventus. No entanto, CR7 ( Foto – ojogo.pt ) já acumula feitos importantes no cálcio. Ainda mais, se levarmos em consideração, que o português com 34 anos já não é o menino que encantou o mundo na Inglaterra e que conquistou o mundo na Espanha.

Os atuais feitos são dignos de nota. Com Ronaldo em campo, a Juventus não perdeu na temporada italiana. Foram 28 jogos, com 24 vitórias e quatro empates. Ele conquistou o scudetto italiano pela primeira vez e ajudou na oitava conquista consecutiva da equipe. É o artilheiro do time na temporada e chegou à marca de 600 gols como jogador de clube na carreira. Ainda mais, foi decisivo em jogos da Liga dos Campeões pela Juventus e como disse após a eliminação, “não faz milagres”.

Lógico que por tratar-se de Cristiano Ronaldo, fica uma certa frustração de não levar a Liga dos Campeões. Da mesma forma, numa comparação com seu maior rival no futebol, Messi, ele perdeu brilho. Mesmo assim, é impossível não levar em conta que é a temporada de adaptação da fera num país diferente, onde a marcação é quase uma característica dos italianos. Pelos números e por ser decisivo, mesmo que não tenha ganho absolutamente tudo, Cristiano Ronaldo já encanta na Itália.

Primeira vitória de Cuca no São Paulo

Primeira vitória de Cuca na sua volta ao São Paulo. Finalmente, ela só saiu depois de dois empates e uma derrota na reta final do Campeonato Paulista. Cuca ( Foto – cgn.inf.br ) deve estar feliz, ainda mais porque foi a estreia do time no Campeonato Brasileiro e vencer o Botafogo, mesmo no Morumbi, alimenta a confiança de um elenco em formação. Venceu, 2 a zero, mas o time não fez um jogo convincente. Cumpriu a obrigação.

O São Paulo criou pouco, mesmo diante de um adversário fragilizado diante dos últimos resultados. Faltou saída em velocidade do meio para o ataque. Certamente vai melhorar com o entrosamento do meio campo, bem diferente daquele que terminou o Campeonato Paulista. Entre os estreantes, Tche Tche foi bem, Pato marcou um gol impedido e quase não participou do jogo. Digno de nota, o garoto Toró. Entrou em campo com vontade, fez o contra-ataque funcionar e merece atenção do treinador no futuro.

Para um time que passou por tantas tempestades no início da temporada, um Toró é motivo de festa. Brincadeira à parte, acima de tudo a vitória foi fundamental. Cuca, reconhecidamente supersticioso, já devia estar com a pulga atrás da orelha por não vencer. O resultado tira a tensão no clube e vai dar folego para a implantação do estilo Cuca de jogar. Hernanes e Vitor Bueno podem render mais e ajudar a dar uma cara mais criativa ao meio de campo. O sentimento do torcedor ainda não é de esperança, mas de alívio.

Grêmio derruba o bicho-papão paraguaio

O Grêmio continua vivo na Libertadores e ainda depende de seu próprio desempenho para chegar ao mata-mata da competição. Foi uma transformação. O time inseguro das primeiras rodadas acordou e impôs o seu jogo contra o Libertad, tinha 100 % de aproveitamento. Vitória incontestável, dois gols de Everton ( Foto – foxsports.com.br ) e o apelido imortal continua valendo para o Tricolor gaúcho.
Renato Portaluppi deve estar satisfeito. O time tomou conta do jogo, teve domínio de bola, sem pressa, achou os espaços e matou o jogo. Só no finalzinho da partida, os paraguaios tentaram uma reação e pararam em Paulo Victor. Uma exibição segura, fruto da confiança em alta da equipe brasileira depois de conquistar o campeonato estadual. Parece que o treinador resgatou as características do Grêmio, domínio de bola e velocidade no último terço de campo.
Como era preciso um milagre, três vitorias, ainda falta vencer em casa o rival direto pela vaga na Libertadores. O Grêmio precisa da vitória, independente do que a Universidad Católica consiga trazer para Porto Alegre. Caso os dois entrem em campo empatados, vai valer o saldo de gols, o que daria ao time brasileiro, a vantagem do empate. Não é bom contar com a sorte. O jeito é aproveitar a boa fase e jogar por vitória para ganhar mais confiança na competição. O Grêmio mudou, não é mais o time de Luan, é o time do artilheiro Everton, o cebolinha.

Agonia inacreditável!!!

O Paris Saint Germain perdeu a terceira chance seguida de fechar a conquista da Ligue 1. Foi derrotado pelo Nantes fora de casa, 3 a 2 de virada. Bastava o simples empate contra um adversário que ainda enfrentava a possibilidade de rebaixamento. Em campo, o milionário PSG esteve desfigurado por contusões e suspensões. O time era praticamente reserva e sem o seu principal jogador por uma burrice imensa.
Os fracassos seguidos do PSG merecem uma atitude urgente. O presidente, na verdade, o preposto da Qatar Sports Investmet, Nasser Al-Khelaifi ( Foto – abola.pt ) já deixou escapar a hora de uma reação. O time implodiu após deixar a Liga dos Campeões. As contusões de quase todas as estrelas são, no mínimo, estranhas. É muita gente fora do time e a lógica aponta para dois pontos. Foi feita uma preparação errada no elenco ou a insatisfação é enorme e cheia à motim contra o clube e o técnico Thomas Tuchel.
O treinador foi um desastre. O time não reage, contra o Nantes jogadores vinha à lateral do gramado questionar ou sem entender o plano de jogo e nitidamente não estavam satisfeitos. Não há um esquema de jogo definido. Nem goleiro titular. O treinador muda jogador de posição e plano tático e parece estar perdido. Punir Mbappe por desabafo após a goleada para o Lille, não usá-lo contra o Nantes, tendo o time inteiro fora de jogo, foi punir o clube. Sequer arrancou um empate contra o adversário modesto e Mbappe fez falta. Uma burrada que precisa ser cobrada.
O tal presidente preposto precisa mudar tudo. Toda comissão técnica desde o treinador inseguro até a preparação física, no mínimo questionável. Limpar o elenco dos insatisfeitos, sejam eles Rabiot ou qualquer estrela de primeira linha que não joga. Não faltam sugestões. Neymar, Cavani, Di Maria e etc. Todos lépidos nas redes sociais e nos camarotes dos estádios desfilando grifes e nenhum em campo. O PSG vai acabar ganhando o título francês por osmose. Vai ser uma conquista para ser esquecida e não comemorada.

Messi leva o Barcelona para semifinal

A inspiração de Messi ( Foto – rtp.pt ) na temporada impressiona. Ele joga tanto e espera-se tanto de seu talento, que as vezes até cobram momentos extraterrestres dele nos jogos. A genialidade não manda avisos e de repente o adversário cai diante do feito sobrenatural do argentino e num piscar de olhos está tudo decidido. É redundância, mas Messi faz a diferença em qualquer situação. Abençoado, faz gol bonito até em frango do goleiro adversário.
Tudo que esperavam de Messi num jogo decisivo aconteceu diante do Manchester United. Ele tomou a bola, driblou dois, achou espaço e fez um golaço. Ele arriscou com o pé ruim de fora da área e De Gea falhou feio no segundo gol. Ele driblou insistentemente o adversário. Ele tentou um gol de bicicleta que arrancou aplausos até dos ingleses. Deu passe e desequilibrou o jogo. O Barcelona chega na semifinal da Liga dos Campeões e Messi é o principal responsável pelo feito.
O Barcelona não foi só Messi, mesmo que isso bastasse. Phillipe Coutinho fez boa partida e um golaço de longa distância que seria notícia se Messi não ocupasse a manchete. O time espanhol tomou um susto, acordou e foi dono do jogo. Não dá para argumentar que a vaga na semifinal não é merecida. O possível adversário, Liverpool ou Porto, já está preocupado. O Barcelona tem time para ser campeão, sem contar com Messi. Como Messi joga e está inspirado, o Barcelona é favorito contra quem aparecer pela frente.

Uma estranha vergonha

A derrota do PSG para o Lille no final de semana foi implacável. Goleada, 5 a 1, que não dá direito à reclamação. O resultado adiou mais uma vez o título francês do milionário time de Thomas Tuchel ( Foto – sport360.com). O treinador alemão vai levar o caneco, mas o sofrimento para fechar a conta e o fracasso na Liga dos Campeões deve pesar para a próxima temporada. São situações inexplicáveis. Contusões, gols anulados, suspensões, jogador se despedindo antes do final da temporada e etc.
Quem assistiu ao jogo ou espancamento, viu o time lutar no primeiro tempo, teve dois gols anulados por impedimento ( justos ), duas contusões e uma expulsão. Tudo antes de desmoronar a defesa e o adversário acertar o passo para o contra-ataque. O que chama a atenção é o número absurdo de contusões. Nenhuma em jogador coadjuvante. São as estrelas que caem a cada jogo e aumentam os problemas do time. Não me parece coincidência, nem que Tuchel seja um azarado acima da média.
Tem muita coisa acontecendo ao mesmo tempo no PSG. Jogador afastado, mãe de jogador detonando diretoria, esposa de jogador reclamando na internet, contusões, jogador querendo deixar o clube e direção afirmando que não sai e etc. A torcida está insatisfeita. Os jogadores também. Buffon nem levou adiante a possibilidade de permanecer no clube. O único que mostra reação é o jovem Mbappe. Foi ele quem tentou mostrar insatisfação com a vergonha do placar. O treinador ensaia desculpas e lamenta. Já as estrelas sumiram. Tá com cheiro de motim.

São Paulo perdeu uma boa oportunidade

O título paulista está em aberto. O empate sem gols no Morumbi deixa os dois times em condições de levantar a taça com uma vitória simples. Apesar de tudo, o São Paulo deixou escapar uma boa oportunidade. Não abrir vantagem diante do Corinthians é perigoso. Primeiro, o adversário é mais experiente. O São Paulo nunca venceu em Itaquera e na possibilidade de pênaltis, Cássio ( Foto – foxsports.com.br ) pode fazer a diferença.
O São Paulo foi melhor, principalmente no primeiro tempo com mais chances claras de gol. No segundo, as chances foram bem menores para os dois lados. Cuca sabe que a vantagem é pequena. Restou a folga de uma semana livre, o adversário joga a Copa do Brasil e a possibilidade de ter Pablo no ataque no segundo jogo. O desafio será enorme. Torcida contra , o tabu de não vencer na casa do adversário e o próprio treinador que ainda não venceu no comando do São Paulo.
Faltou ao São Paulo um atacante dentro da área. Carneiro era um zagueiro na bola pelo alto. Hernanes entrou, tentou gol, mas não está em ritmo de decisão. O time não pressionou como era esperado. A melhor chance de gol foi de Arboleda de cabeça e Cássio teve presença de espírito para se recuperar com os pés no lance. A coisa chata do clássico foi o VAR. Tempo demais para uma decisão sobre lances nos dois tempos. Para piorar, mesmo com VAR, vai ter reclamação. O São Paulo vai reclamar da bola tocar na mão de Ralf no primeiro tempo e o Corinthians do puxão de camisa em Henrique dentro da área.

Sem magia e com o melhor resultado

O Barcelona vai consolidando seu favoritismo na Liga dos Campeões da Europa. Venceu o Manchester United, fora de casa, por 1 a zero. Para chegar na semifinal basta empatar em casa no jogo da volta. Foi o melhor resultado da rodada, a única vitória de um visitante. Não foi uma exibição de gala, mas foi um resultado justo de uma postura bem elaborada pelo técnico Ernesto Valverde ( Foto – sport360.com ).
As jogadas mais agudas de gol foram do Barcelona. O adversário teve mais volume de jogo, mas não assustou tanto quando os espanhóis. Numa comparação o goleiro do Manchester United, De Gea, fez defesas mais difíceis. Ter Stegen do Barcelona, só uma. O pouco brilho em campo teve uma justificativa. Messi foi menos efetivo depois de ser atingido no rosto pelo adversário. Mesmo assim, deu a assistência do gol. O VAR entrou em cena. O bandeira deu impedimento no lance porque Phillipe Coutinho tentou chegar na bola. O VAR corrigiu e deu gol contra de Shaw.
O jogo da volta fica mais do jeitão para o Barcelona. O adversário terá que apostar tudo em campo e deve abrir mais espaço para Messi e os contra-ataques. O que o Manchester United fez com o PSG vai servir de lição para Valverde. A vantagem do Barcelona é grande. O adversário na semifinal sai de Liverpool e Porto. Tudo indica mais um time inglês na vida de Messi na Liga dos Campeões.