Virada imortal

Virada imortal, é assim que o Grêmio deve lembrar da vitória diante do Palmeiras, 2 a 1, no Pacaembu e a classificação para a semifinal da Libertadores. Primeiro de tudo, foi um ótimo jogo e o time gaúcho, justificou o apelido de imortal. Além disso, começou nervoso, errou passes e tomou o primeiro gol. O nome da virada Everton ( Foto – Divulgação ), fez um gol, deu outro gol para Alisson e tomou conta da partida.

Acima de tudo, o Grêmio não se intimidou diante dos problemas. Manteve sua forma de jogar com troca de passes e posse de bola. Certamente, ter um jogador que desequilibra fez muita diferença. Everton empatou o jogo após falta batida por Jean Pyerre. Venceu na corrida e na insistência a zaga do Palmeiras e entregou de bandeja o gol para Alisson. Não parou de infernizar o adversário até o fim. Provou ser jogador diferenciado.

O Palmeiras falhou feio na defesa e caiu na armadilha. Não tem força emocional em campo. Desta vez não apelou, mas ficou entregue diante do adversário. Mais digno de nota, Renato Portaluppi usou as armas do rival. Travou o jogo após garantir a virada. Usou o talento da equipe na posse de bola para minar a reação do Palmeiras. Sofreu porque sofrer é o elixir dos vitoriosos. O Grêmio deixou o Pacaembu com a certeza de ser vencedor.

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